Aqui é a Luci (@numbness_), e só quero avisar que eu e a Nádia (@unsigned_) estamos desativando o blog. Pois é. Mas não vamos excluí-lo pois aqui tem vários textos que não podem ser simplesmente apagados. Quem sabe um dia possamos voltar a reativá-lo.
Mas quem quiser me encontrar, eu estarei no meu novo blog.
That's all.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Sabe quando você vê as pessoas sorrindo, brincando, se divertindo ao seu redor, e mesmo que você esteja ao lado deles, se sente um estranho analisando a cena? É como se visse tudo através de uma fotografia velha. E assim como nas fotografias, você não consegue sentir as pessoas ao seu lado. É como se você estivesse só. Mas como isso é possível? O incrível é às vezes você deixa escapar um sorriso, mas, assim como nas fotografias velhas, o seu sorriso é amarelado, vazio, incompleto. O seu sorriso está encardido de lágrimas. Ele é curto e nem sequer chega aos olhos. É. É meio assim que você vive. Como se fosse uma fotografia velha, como se vivesse no presente somente como uma lembrança do passado.
sábado, 20 de novembro de 2010
Sabe quando você sangra mas não tem um machucado sequer? Quando você vive, sem viver? Quando você se sente só, ao lado de muitas pessoas? Sabe quando tudo queima, mas não tem fogo em lugar nenhum? Sabe quando você precisa de tudo, e não precisa de nada? Sabe aquela sensação de vazio? Quando tem um buraco te corroendo, mas na realidade tudo continua normal? Sabe quando você está feliz, mas está triste? Quando você sorri enquanto chora?
Sabe?
sábado, 30 de outubro de 2010
Questions
Depois de semanas e semanas sem aparecer por aqui, resolvi tomar vergonha na cara para escrever alguma coisa neste humilde blog. Parece que hoje acordei com uma súbita vontade de escrever ao som de Fresno. Pode parecer estranho eu estar ouvindo esta banda, só que de vez em quando aparece aquele desejo de começar a ouvir aquelas músicas que há tempo não se ouvia, não é mesmo? Mas enfim, vamos começar.
Durante estes últimos dias, duas perguntas ficaram rondando na minha cabeça o tempo todo: "O que está acontecendo com a nossa sociedade? O que será dela no futuro?" Eu até que tentei encontrar uma resposta concreta para elas, mas infelizmente eu não consegui, apenas sei que tudo isso está ficando cada vez mais grave. Bom, pode ter sido que, depois de ler "O mundo de Sofia", estas perguntas, até então escondidas, tomaram coragem e vieram à tona de uma forma tão intensa que chego a ficar agoniada ao tentar encontrar uma explicação para elas e não conseguir.
Eu vejo tantos jovens por aí desperdiçando suas vidas por qualquer besteira. A vulgaridade já dominou a cabeça de tantos jovens e em outro extremo, a comodidade também. E não é preciso ir muito longe para ver exemplos desse gênero. Eu vou admitir que não há tanto tempo que a comodidade estava se instalando no meu corpo, e como diz em um trecho de O mundo de Sofia: eu já estava estacionada no fundo da pelagem do coelho. Eu desperdiçava uma tarde inteira na frente de um computador tentando criar algumas frases para postar no Twitter, ouvindo algumas dezenas de músicas e acabava saindo desse pequeno mundinho apenas para se alimentar, fazer as tarefas escolares e dormir. Muitas vezes ao estar prestes a fechar os olhos, acabava me sentindo mal por não ter feito nada que me deixasse feliz naquele dia, nada que deixasse eu e as outras pessoas felizes. Porém, chegou um dia que eu cansei dessa rotina escrota que já fazia parte de mim e resolvi tentar mudar. "Poxa, eu tenho uma vida e não posso deixá-la passar desta maneira, eu tenho outras coisas mas importantes para serem feitas. Eu tenho um pai e uma mãe que me amam, eu tenho amigos que me deixam bem, eu tenho um irmão para brigar. Eu não posso ficar parada no tempo deixando o meus minutos passarem em vão." É preciso que se faça um balanço de todas as nossas ações e atitudes, pois viver só por viver não tem graça alguma e, chegará um tempo que o arrependimento baterá na porta e será neste momento que iremos perceber que o tempo é persistente demais por não voltar atrás.
Durante estes últimos dias, duas perguntas ficaram rondando na minha cabeça o tempo todo: "O que está acontecendo com a nossa sociedade? O que será dela no futuro?" Eu até que tentei encontrar uma resposta concreta para elas, mas infelizmente eu não consegui, apenas sei que tudo isso está ficando cada vez mais grave. Bom, pode ter sido que, depois de ler "O mundo de Sofia", estas perguntas, até então escondidas, tomaram coragem e vieram à tona de uma forma tão intensa que chego a ficar agoniada ao tentar encontrar uma explicação para elas e não conseguir.
Eu vejo tantos jovens por aí desperdiçando suas vidas por qualquer besteira. A vulgaridade já dominou a cabeça de tantos jovens e em outro extremo, a comodidade também. E não é preciso ir muito longe para ver exemplos desse gênero. Eu vou admitir que não há tanto tempo que a comodidade estava se instalando no meu corpo, e como diz em um trecho de O mundo de Sofia: eu já estava estacionada no fundo da pelagem do coelho. Eu desperdiçava uma tarde inteira na frente de um computador tentando criar algumas frases para postar no Twitter, ouvindo algumas dezenas de músicas e acabava saindo desse pequeno mundinho apenas para se alimentar, fazer as tarefas escolares e dormir. Muitas vezes ao estar prestes a fechar os olhos, acabava me sentindo mal por não ter feito nada que me deixasse feliz naquele dia, nada que deixasse eu e as outras pessoas felizes. Porém, chegou um dia que eu cansei dessa rotina escrota que já fazia parte de mim e resolvi tentar mudar. "Poxa, eu tenho uma vida e não posso deixá-la passar desta maneira, eu tenho outras coisas mas importantes para serem feitas. Eu tenho um pai e uma mãe que me amam, eu tenho amigos que me deixam bem, eu tenho um irmão para brigar. Eu não posso ficar parada no tempo deixando o meus minutos passarem em vão." É preciso que se faça um balanço de todas as nossas ações e atitudes, pois viver só por viver não tem graça alguma e, chegará um tempo que o arrependimento baterá na porta e será neste momento que iremos perceber que o tempo é persistente demais por não voltar atrás.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Vou me contar como me sinto, quando você vai embora, é triste ver você ir. Mesmo sabendo que não é possivel, eu tento te ter mais um pouco. Às vezes, como agora, fico triste por não poder chegar até você, por não te ver nem que seja de longe. Sinto tanto a sua falta.
Eu vivo de você, vivo do que para muitos é algo sem sentido, mas para mim é inexplicável. Estamos distantes, mas procuramos um ao outro.
Mesmo que um dia, você não possa mais, continuarei a vir aqui te contar sobre meus dias, contar sobre o sonho que tive com você.
Se um dia sentir vontade de chorar, não chore, seu rosto não merece lágrimas tristes, feche os olhos, lembre-se que eu te amo e nunca vou perder a esperança de te encontrar... Olhar nos teus olhos, abraçar você, dizer que você é meu presente de Deus. Vamos rir de tudo que passamos. Vamos andar de mãos dadas.
-
Gente, eu vi esse texto a muito tempo atrás e achei ele aqui e decidi postar, eu não sei quem escreveu e nem como achei ele. Enfim, não fui eu que escrevi, mas ele é muito lindo.
Eu vivo de você, vivo do que para muitos é algo sem sentido, mas para mim é inexplicável. Estamos distantes, mas procuramos um ao outro.
Mesmo que um dia, você não possa mais, continuarei a vir aqui te contar sobre meus dias, contar sobre o sonho que tive com você.
Se um dia sentir vontade de chorar, não chore, seu rosto não merece lágrimas tristes, feche os olhos, lembre-se que eu te amo e nunca vou perder a esperança de te encontrar... Olhar nos teus olhos, abraçar você, dizer que você é meu presente de Deus. Vamos rir de tudo que passamos. Vamos andar de mãos dadas.
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Gente, eu vi esse texto a muito tempo atrás e achei ele aqui e decidi postar, eu não sei quem escreveu e nem como achei ele. Enfim, não fui eu que escrevi, mas ele é muito lindo.
what to do?
O que fazer quando a saudade te sufoca, quando seu coração parece estar contraído, mesmo que talvez seja só a sua imaginação? O que fazer quando se lembra de um passado perfeito, e pensa que ele nunca mais vai voltar? O que fazer quando sente que a unica coisa que possui são as lembranças. Lembranças que ao mesmo tempo que fazem rir, machucam como ácido na pele? Queimam como fogo. O que fazer quando a unica forma de lembrar que existiu, te queima? Continuar queimando?
Mas e se um dia o passado se apagar? E se um dia os detalhes forem esquecidos?
A dor é a unica coisa que prova que aquilo realmente existiu. E não se pode abandonar a unica ponte que te leva ao passado. Mesmo que essa ponte esteja em cima de espinhos e às vezes caia enquanto você a atravessa.
O que fazer, quando o hoje é como um fantasma do ontem? Quando você só consegue sorrir pela metade? Quando o sorriso de agora, é feito de essências de sorrisos de antes? Será que vai ser assim pra sempre?
É como se a vida fosse feita de metades, como se algumas partes essenciais tivessem sido arrancadas e escondidas. E o unico objetivo agora fosse sair à procura delas, tentando juntá-las de novo. Inconsciente de que isso nunca vai dar certo.
O que fazer quando se está presa ao passado, por medo de enfrentar o presente?
Ler. Ah, o prazer de abrir um livro, inspirar sua alma, sentir o seu cheiro, viver o seu mundo. Se entregar de todo a um universo inexistente, desconhecido. Poucos sabem realmente o prazer de ler, e quem o conhece, vai entender do que estou falando. Ler não é apenas entender palavras, frases e textos. Ler é descobrir o mundo que está por trás das páginas. Ler é esquecer do próprio mundo por alguns momentos. Ler é como sonhar acordada, dormir com os olhos abertos. Você se solta da realidade em que está e é como se estivesse indo pra outra dimensão, totalmente diferente da sua. É como se pudesse ver com outros olhos, um outro mundo. É magia. Dizem que magia só existe em histórias. Pois eu vou mais além, digo que as histórias é a magia. Há outra forma de explicar, por que nos apaixonamos e choramos, por que sorrimos e vivemos, algo que nem sequer é real?
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Desabafo.
O pensamento de que te perdi está gravado como ferro em brasa, em mim. E como ferro em brasa, esse pensamento queima e corrói. Eu queria poder dizer que não sinto a sua falta, que não me importo com a sua indiferença. E pensando bem eu até posso dizer, mas não será verdade. Em alguns momentos do dia, eu acredito de verdade que não me importo com você, mas então eu me lembro de tudo e esses dois segundos em que acreditei que você não é importante pra mim, acabam. Há um tempo eu prometi pra mim mesma que não choraria mais a sua perda, e estou tentando fazer isso. Mas às vezes chega a ser impossível, as lágrimas parecem gritar para sair, então eu fecho os olhos e tento mudar o rumo dos pensamentos. Que no fim acabam voltando a você. Porque é tão difícil te esquecer? Talvez seja porque você foi uma das pessoas que mais me fizeram rir, uma das pessoas em que eu mais confiei e amei. Em comparação, também foi uma das pessoas que me mais me magoaram e que eu mais me arrependi de ter amado. Amei, amado, verbos no passado, porque eu não sei se te amo. Ah, a quem estou tentando enganar? Eu te amo. Eu te amo com todas as minhas forças e minhas fraquezas. Pena que você não acredita nisso. Pena que isso não muda nada.
Eu queria poder te dizer tudo isso, mas tenho a certeza que você não vai querer ouvir. Nem sei se terei coragem de dizer, acho que minhas mãos vão tremer e minha boca vai secar... Talvez eu morra sem nunca te dizer um último “eu te amo”.
Sinceramente, não sei se um dia eu vou deixar de te amar e de precisar de você, mas sei que um dia o ferro vai começar a esfriar, talvez até congele... Junto com meu coração.
Quando o coração congela a dor acaba e ele pára de sangrar, não é?
sábado, 11 de setembro de 2010
The pain of longing.
Saudade de pessoas que foram e nunca mais irão voltar. Saudade do sorriso enorme que sempre estava em seus rostos. Saudade de todo o carinho e o amor, que tanto me fez bem. Saudade que machuca. Saudade de um tempo que foi há muito tempo. Saudade de quando as lembranças eram só espelhos do presente. Saudade que só me faz mal. Saudade que anda de mãos dadas com a perda. Saudade que a morte me deu de presente.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Uma pequena história
Era uma vez uma vida feliz...
"Era uma vez", uma forma bem comum para histórias que certamente terão finais felizes, porém, vamos ser épicos e tentar mudar um pouco esse ponto de vista.
Era uma vez uma vida feliz, a vida de uma garota, já adolescente e que ainda está aprendendo o que o mundo pode, ou não, lhe proporcionar. Ela nunca foi a mais popular da escola, e tinha - e ainda tem - dificuldades em fazer amizades. Claro que possui problemas, mas dificilmente os deixa passar por cima de sua auto-estima. Quando ela realmente encontra um amigo, o guarda em seu peito de uma forma que é impossível descrever. Guarda tão fortemente, que quando este lhe decepciona, acaba sofrendo de uma maneira muito forte. Além da sua família, são os seus amigos que lhe deixa feliz, e triste também. Mas e agora,
por que sempre me descrevo em terceira pessoa? Uma mania minha incompreensível. Mas o que realmente importa, é que, a cada segundo que faz o tic tac do relógio, o fim da minha felicidade está próximo, aliás, o meu fim também. O fim de cada pessoa. Alguém dentro de mim implora para eu parar de me importar com este futuro devastador, mas ficará ainda pior se eu tentar me enganar. Mas isso é impossível.
O que me resta é aproveitar a minha vida da melhor maneira possível, tentando concertar erros e vangloriar as conquistas. Sem me importar com o que passou e somente viver o presente, pois a única certeza que tenho é que acabarei dentro de um caixão, talvez rodeado por rosas vermelhas e brancas e recebendo adeus daquelas pessoas que restaram ao meu lado até minha história humana acabar.
"Era uma vez", uma forma bem comum para histórias que certamente terão finais felizes, porém, vamos ser épicos e tentar mudar um pouco esse ponto de vista.
Era uma vez uma vida feliz, a vida de uma garota, já adolescente e que ainda está aprendendo o que o mundo pode, ou não, lhe proporcionar. Ela nunca foi a mais popular da escola, e tinha - e ainda tem - dificuldades em fazer amizades. Claro que possui problemas, mas dificilmente os deixa passar por cima de sua auto-estima. Quando ela realmente encontra um amigo, o guarda em seu peito de uma forma que é impossível descrever. Guarda tão fortemente, que quando este lhe decepciona, acaba sofrendo de uma maneira muito forte. Além da sua família, são os seus amigos que lhe deixa feliz, e triste também. Mas e agora,
por que sempre me descrevo em terceira pessoa? Uma mania minha incompreensível. Mas o que realmente importa, é que, a cada segundo que faz o tic tac do relógio, o fim da minha felicidade está próximo, aliás, o meu fim também. O fim de cada pessoa. Alguém dentro de mim implora para eu parar de me importar com este futuro devastador, mas ficará ainda pior se eu tentar me enganar. Mas isso é impossível.
O que me resta é aproveitar a minha vida da melhor maneira possível, tentando concertar erros e vangloriar as conquistas. Sem me importar com o que passou e somente viver o presente, pois a única certeza que tenho é que acabarei dentro de um caixão, talvez rodeado por rosas vermelhas e brancas e recebendo adeus daquelas pessoas que restaram ao meu lado até minha história humana acabar.
sábado, 4 de setembro de 2010
Foi apenas um sonho
Adormeci.
Adormeci e encontrei o mundo perfeito. O verdadeiro paraíso, onde não havia egoísmo, rancor e nem ódio. Um mundo repleto de paz e amor. Onde não havia confrontos. Onde a harmonia reinava nos quatro cantos daquele lugar.
Fiquei imóvel durante alguns minutos, tentando situar-me, tentando entender o que aquilo realmente significava. Hesitei quando senti a mão de uma pequena criança - seria um anjo? - tocar na minha, como estivesse pedindo para que eu a acompanhasse. Segui a sua orientação, com certo receio, mas sentindo paz a cada passo dado. Vi naquele lugar, coisas inexplicáveis, coisas que um ser humano ambicioso jamais compreenderia. Sentia cada minuto andar de uma forma tão pacífica, com o anseio de passar minha vida inteira ali.
Acordo com os gritos brutais de algumas pessoas correndo pelas ruas escuras, logo imagino que foi outro atentado com bombas. Estamos na Segunda Guerra Mundial e o mundo por qual sonhei não existe. Não posso nem planejar um futuro próximo, pois não sei se amanhã ainda estarei aqui, podendo relatar um mundo melhor onde desejo que a humanidade possa viver futuramente. Não posso planejar um almoço em família. Não posso pensar em sair com minhas amigas. Só tenho a capacidade de fugir, de me esconder, tentar me manter viva até que esse inferno termine. Adeus.

Oi, só quero pedir desculpas por fazer muito tempo que eu não vinha aqui postar. A escola acaba comigo e eu não consigo escrever. Mas prometo, que sempre que posso, irei vir aqui. Xoxo.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Escape.
nád.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Hug me.
O quanto vale um abraço?
Pra mim, na maioria das vezes, vale o preço do sorriso e da paz. O sentimento de que você não está sozinho, de que alguém se importa contigo. Vale o mundo todo e não vale nada, pois não tem preço. É como se ao receber um abraço de verdade, um abraço de conforto, toda a felicidade e o amor do mundo estivesse entrando pela sua pele, enquanto esse pequeno ou grande abraço durar.
O abraço mais caro do mundo é aquele que não se pode dar. Você o paga todos os dias com lágrimas, com dor e com o grito dos seus braços. Grito que você teme durar para sempre. Então você abraça seus joelhos e sua imaginação. Não é como se a felicidade estivesse com você e nem como se alguém se preocupasse contigo. É mais como estar sozinha e segurar uma mão imaginária. Mas se não fosse os joelhos e a imaginação, talvez você já tivesse se deteriorado por dentro. Então deixe que os joelhos substituam os abraços até que você finalmente os alcance e cale seus braços.
nád.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Queria ser um robô. Queria não ter coração. Queria não sentir nada. Queria realmente que as pessoas não me afetassem. Queria ser indiferente a todo e qualquer sentimento. Queria poder me desligar quando começasse a fazer coisas erradas. E por mais que com um coração constituído por metal e que não possua batimentos, eu nunca consiga ser feliz, ainda quero ser um robô. Afinal, pra que ser feliz? Pra depois de toda felicidade, ter que enfrentar toda a dor de um adeus, de uma perda, de uma mágoa? Ah, não. Se com um coração que não sente dor, é impossível ser feliz pra sempre, ser feliz de verdade, então imagina um coração que sente dor? Imagina então o meu coração, que é a dor.
domingo, 15 de agosto de 2010
Bug do twitter, Dona Delma e Segunda-feira
Finalmente criei vergonha na cara e resolvi postar. Não é nenhum pouco fácil conciliar estudos com a administração de um blog, por incrível que pareça, mesmo não precisando estudar para provas ou fazer trabalhos, a ~inspiração~ não vem. Enfim, o que realmente importa é que eu estou aqui para a alegria de vocês. Ok, não vou me vangloriar, a linda da Nádia faz a alegria de vocês também. Mas vou parar de falar disso e ir ao que realmente
interessa.
Outra coisa que gostaria de escrever aqui é sobre os Trending Topics, o famoso TT do twitter. Ou melhor, quero falar de apenas um especificamente. Nestes últimos três dias, uma personagem acabou deixando a cabeça de algumas pessoas confusa. Estou falando da agora famosa (?) Dona Delma. Talvez você que ainda não se cansou e continua lendo este post estúpido não saiba quem é esta senhora. Mas acalme-se, logo irei atualizá-lo. Mas antes disso, quero pedir desculpas para você que ainda não se cansou do orkut e não resolveu ir para o twitter e não está entendo nada do que eu estou dizendo. Enfim, logo irei parar de falar sobre isso e você poderá ficar feliz.
E para você que ainda está esperando e não descobriu quem é a tão falada Dona Delma, mate a sua curiosidade aqui. Poisé, te fizeram de bobo. Só espero que isso não se torne modinha como se tornou o CALA BOCA FULANO, pois vamos combinar que isso já perdeu a graça certo?
E agora, para você que já está ficando puto comigo ou para você que não entendeu nada porque não possui twitter, fique feliz. Sim, pois minha inspiração está se esgotando e terei que acabar o post. Além disso, amanhã já é segunda, dia de acordar cedo para estudar. Fico feliz por você que tem oportunidade de dormir até mais tarde, por você que não precisa se preocupar em acordar às 6:15 da manhã viu.
Boa semana.
interessa.
Alguém viu o bug do twitter ontem? Aquele onde as pessoas começaram a escrever com mais de 140 caracteres? Poisé, meu computador chegou a travar também. Nada contra, foi apenas um bug, que acabou sendo uma novidade para grande parte dos usuários desta rede social. Porém, sim, existe um porém algumas pessoas não devem possuir o botão de ajuste do seu desconfiômetro e exageram na dose e fazem com que pessoas iguais a mim que não gostam de pessoas que querem mostrar para outras pessoas ~novidades~ que as pessoas já conhecem fiquem assim:

Não sei se você conseguiu entender a última frase, meu emprego da palavra pessoas foi muito exagerado eu sei, mas pessoas assim não merecem meu respeito. Beleza, vou parar de falar pessoas. Droga, falei de novo.
Outra coisa que gostaria de escrever aqui é sobre os Trending Topics, o famoso TT do twitter. Ou melhor, quero falar de apenas um especificamente. Nestes últimos três dias, uma personagem acabou deixando a cabeça de algumas pessoas confusa. Estou falando da agora famosa (?) Dona Delma. Talvez você que ainda não se cansou e continua lendo este post estúpido não saiba quem é esta senhora. Mas acalme-se, logo irei atualizá-lo. Mas antes disso, quero pedir desculpas para você que ainda não se cansou do orkut e não resolveu ir para o twitter e não está entendo nada do que eu estou dizendo. Enfim, logo irei parar de falar sobre isso e você poderá ficar feliz.
E para você que ainda está esperando e não descobriu quem é a tão falada Dona Delma, mate a sua curiosidade aqui. Poisé, te fizeram de bobo. Só espero que isso não se torne modinha como se tornou o CALA BOCA FULANO, pois vamos combinar que isso já perdeu a graça certo?
E agora, para você que já está ficando puto comigo ou para você que não entendeu nada porque não possui twitter, fique feliz. Sim, pois minha inspiração está se esgotando e terei que acabar o post. Além disso, amanhã já é segunda, dia de acordar cedo para estudar. Fico feliz por você que tem oportunidade de dormir até mais tarde, por você que não precisa se preocupar em acordar às 6:15 da manhã viu.
Boa semana.
xx
sábado, 14 de agosto de 2010
Stop.
Não sei se você ainda se lembra de mim. Não sei nem mais quem você é, porque você mudou, mudou muito. Ou talvez eu só tenha percebido quem você realmente é, tarde demais. Eu, como sempre, sendo a devagar da história.
Mas mesmo que você não se lembre de mim, ou se lembre, e me considere como um nada, juntei todas as minhas forças e vim aqui te fazer um último pedido. O maior de todos os que eu já fiz, o mais importante.
Tenho medo de que meu pedido seja algo impossível, mas é a única coisa que eu posso fazer, não sei mais o que fazer. Preciso me lembrar de respirar de segundo em segundo, não aguento mais isso. Eu acho que você sabe que eu morreria por ti, mas, gostaria de te pedir, te implorar, que pare de me matar. Por favor.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Miss You
Caminho por entre as pedras e um sol assustadoramente frio está me guiando. Olho para os lados e me lembro de quando você caminhava junto comigo, as vezes me apoiando quando eu me sentia cansada. Por onde você anda? Gostaria de poder te dizer o quanto sinto a sua falta, o quando sinto falta de rir com você.
Lembro-me de que a lua brilhava mais e que a chuva não machucava, a água era só mais um motivo para brincarmos. Mas você se foi, se perdeu em algum lugar do caminho. Não o culpo, ao contrário, fico feliz por ter tido você, mesmo que tenha sido por pouco tempo. Só que agora é muito difícil caminhar sozinha, não tenho ajuda para quando estou caindo, por isso caio muitas vezes e fico muito tempo no chão. Não tenho mais motivos para rir, por isso meu rosto está rígido em uma máscara vazia, sem sentimentos e emoção. Me pergunto se algum dia eu vou olhar pra trás e verei você, correndo para me alcançar. Não acho que isso vai acontecer e, se acontecer, será que tudo vai ser como antes? Será que você vai se lembrar de mim?
Independentemente disso, olho para trás compulsivamente, sou esperançosa, ou talvez seja só uma idiota.
@unsigned_
terça-feira, 10 de agosto de 2010
did you get?
O céu da noite é uma comparação plausível para o que eu sinto. Toda a sua extensão é escura, negra como as lágrimas que me visitam toda noite. Mas, no meio dessa devastação, existem buracos de luz, de esperança, as famosas estrelas.
Essas estrelas não conseguem dissipar a dor e a escuridão, não preenchem o vazio, talvez até o aumente, às vezes. Mas, essas estrelas, desafiando o previsível, me ajudam a enxergar. Eu só tenho que me manter longe delas, pois se tocá-las, elas me queimarão. Mesmo assim, sempre me obrigo a esquecer esse detalhe e as pego com as mãos, até que o brilho me cegue e o fogo deixe cicatrizes profundas em minhas mãos e, mesmo que ele não as tenha tocado, em meu coração também.
Sabe, tenho dó e admiro o meu coração, ele é forte, mais forte do que tudo que já vi. Por três vezes, as palavras o arrancaram de mim, rompendo as veias e tudo o mais que nos ligava como se fossem teias de aranha. E como se isso não bastasse, as palavras o tacaram no chão e pisotearam-no tantas vezes que não se podia contar. Em outros episódios, enfiaram agulhas e espinhos até atravessá-lo e, dessa vez, nunca acreditei que ele iria conseguir. Para mim, ele estaria morto depois de tanta dor. Mas não, ele sobreviveu. A não ser que ele esteja morto e eu não tenha percebido. Hoje não tenho forças, ainda, mas um dia irei conseguir secar meu rosto, buscar alguns curativos e perguntarei: Coração, você conseguiu?
Espero que ele consiga me responder. Espero, mas não sou tão otimista assim.
nád.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Um copo de arrependimento, por favor - parte VI
Ainda não leu os capítulos anteriores?
- Lisa, acorde. Chegamos.
Acordei assustada, sem saber exatamente o que estava acontecendo. Juro que pensei que tudo isso não era apenas um simples sonho. Ou um pesadelo.
- É aqui que você irá ficar. Pode não ser um lugar muito confortável, mas não é tão ruim quanto passar a noite dentro de um caminhão. Amanhã passo aqui para te visitar, certo?
- Obrigada, Sr. John.
Desci, peguei minhas malas e fui direto ao hotel. A entrada era muito bonita mesmo, fui recebida por lindas flores e pequenas árvores ornamentais. Peguei minha chave. Quarto 235. Belo número por sinal. Os corredores eram bem elaborados e o quarto, um luxo. Pelo menos para mim, nunca me hospedei em um hotel, então não posso dar uma opinião concreta. Mas enfim, a primeira etapa acabou de ser concluída: Chegar em Porto Alegre. Agora, só me resta encontrar Emanuel e toda a minha 'família' que deixei para trás.
Talvez amanhã eu tome coragem e ligue para os meus pais. Mas isso ainda é apenas uma hipótese, claro. Ainda dói quando tento imaginar o que eles estão pensando em relação a mim agora. Acho que nunca mais confiarão em mim, mas tudo bem, se eu alcançar meu objetivo, nada irá impedir-me de ser feliz.
Acho melhor tentar dormir um pouco e esquecer de todos estes problemas que infernizam minha mente. E além disso, amanhã será um dia muito cansantivo. Boa noite.
Continua.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Errar

Por isso, não tenha medo de errar. Viver com medo de errar não é viver, é fugir de algo desconhecido, inexistente.
Pense nisso.
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